Objetos Submarinos Não identificados

 

Menos conhecidos que seus irmãos do ar, os OSNIs existem e tiveram um aumento significativo de seus avistamentos nos últimos quatro anos

 

Para aqueles que acham que o mistério que envolve os avistamentos de coisas estranhas no céu só pode significar uma manifestação de vida extraterrestre, é melhor pensar de novo. As últimas aparições desses estranhos objetos vêm não do espaço acima de nossas cabeças, mas também de um lugar no mínimo inusitado: do fundo do mar.

 

Os OSNIs (Objetos Submarinos Não identificados) vem intrigando os pesquisadores do mundo todo. É claro que não há uma definição unânime sobre os OVNIs em si, ainda mais agora que esta nova “modalidade” foi revelada para o mundo. Em resumo, os OSNIs são OVNIs que mergulham ou saem de dentro da água. Estão lá por motivos obscuros e até o momento não se sabe exatamente o que fazem naquele ambiente.

 

Para se ter uma ideia de que esse assunto pode ser mais sério do que aparenta, basta sabermos que a marinha russa liberou recentemente registros feitos por seus militares (embora a maioria das fontes consultadas não cite exatamente quando isso aconteceu) em que um grupo especial recolheu relatos de incidentes inexplicáveis. Esses especialistas estavam na ocasião em submarinos e navios de guerra e foram comandados pelo vice-capitão da Marinha, almirante Nikolay Smirnov.

 

Muitos desses documentos retratam encontros com possíveis OSNIs. Um ex-oficial da marinha e ufólogo, Vladimir Azhazha, revelou em declaração para sites internacionais que “cerca de 50% dos encontros com OVNIS estão relacionados com os oceanos, enquanto 15% estão relacionados com lagos. Então, os OVNIS preferem a água”. Ele contou ainda que numa ocasião os tripulantes de um submarino nuclear em missão de combate no Oceano Pacífico, afirmaram ter avistado num único encontro mais de seis OSNIs submersos. Os tripulantes tentaram sem sucesso se livrar de seus perseguidores com manobras até que o comandante ordenou que submergissem. Os objetos, por sua vez, chegaram a mergulhar também para depois elevarem-se no ar e voar para longe.

 

Vértices e Barulhos

Muitos dos encontros com os OSNIs aconteceram na área de um dos chamados Vértices do Mal (confira reportagem sobre o assunto ainda nesta edição), o famoso Triângulo das Bermudas, onde desaparecimentos misteriosos continuam a intrigar até os dias de hoje. A firmação veio do comandante reformado, almirante Yury Beketov. Dentre os efeitos dos OSNIs no equipamento submarino estão avarias de instrumentos sem nenhuma razão aparente ou detecção de forte interferência que parecia não querer desaparecer de jeito nenhum. O oficial revelou também que em diversas ocasiões os instrumentos revelaram objetos que se moviam a uma velocidade muito alta, que ele calcula ser algo que chegava a 230 nós (cerca de 400 km/h).

 

Mais do que se manifestar numa área com fama mundial de ser uma das mais misteriosas do nosso planeta, os OSNIs também revelam um comportamento curioso quando se posicionam embaixo da água. Um exemplo é o famoso sinal chamado de Wow! (em português, corresponderia à interjeição Uau! – não perca reportagem sobre o assunto também nesta edição para maiores detalhes). Em resumo, em agosto de 1977 um sinal estranho foi captado oriundo da Constelação de Sagitário. Ele chegou até as antenas do radiotelescópio Big Ear, localizado na Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, e permanece sem explicação até hoje. Apenas 20 anos depois (em 1997) um outro sinal, estranhamente similar, teria sido captado vindo das profundezas do oceano. Ao contrário do Wow!, o evento não se repetiu e teve algumas diferenças sutis: O Wow! Foi captado no comprimento de onda de 21 cm (1420.4556 MHz), enquanto o sinal submarino (batizado de Bloop), tinha origem mecânica e foi registrado por microfones de alta profundidade ao largo da costa sul da América do Sul, abaixo das coordenadas 50S e 100W. Alguns sites de internet possuem o Bloop em áudio e ao ouvi-lo tem-se a impressão de que algo que desafia a compreensão humana está em andamento.

 

Mas onde é o ambiente que atrai este tipo de fenômeno? Segundo referências tiradas da revista UFO, os OSNIs recebem essa denominação quando são vistos entrando ou saindo de grandes extensões de água, como rios caudalosos, grandes lagoas, mares e, como vimos pelos depoimentos dados pelos militares russos, dos oceanos. Para a Ufologia isso significaria que os supostos seres de outros planetas possuem a capacidade de trabalhar em áreas submersas, onde poderiam manter bases de operação a partir de onde sairiam para suas incursões em terra seca.

 

E o fenômeno não é bem uma novidade, apenas uma adição recente ao universo dos OVNIs. Um dos casos mais comentados ocorreu em abril de 1961 em Newport, no estado de Rhode Island, Estados Unidos. A testemunha, John Gallagher, disse ter avistado um OVNI que era “impulsionado pelo mar”. Afirmou que estava trabalhando em casa quando viu uma esfera vermelha balançando sobre as ondas. Quando subiu ao segundo andar para ver melhor, viu que a bola estava cerca de 1,80 m da orla marítima e era arrastado mar adentro.

 

Sem mais nem menos o objeto se elevou até uma altura de mais ou menos 20 m da água e, em suas palavras, “acelerou bruscamente e voou em direção ao alto mar, a uma velocidade de 160 km/h. Gallagher afirma não ser um balão porque seus movimentos e velocidade não eram comparáveis a algo levado pelo vento, mas sim “parecia algo que era controlado de maneira inteligente”.

 

No Brasil também já foram registrados casos assim, sendo o mais comentado de 1979. Naquele verão, às margens do Rio Tapajós, em Santarém, estado do Pará, José Carlos (sobrenome não divulgado), um farmacêutico, teria visto um desse em companhia de mais 90 pessoas que voltavam de um casamento em três barcos de uma fazenda a três horas da cidade. Por volta das 19hs, numa noite com lua cheia e céu claro, todos viram um OVNI que emitia um clarão tão intenso que as testemunhas afirmaram ser parecido com o nascer do Sol. Os barcos, que vinham numa espécie de comboio, pararam para verificar e lançaram um sinal para o clarão para ver se obtinham resposta. Surgiu então um objeto em forma de dois pratos, um virado sobre o outro, com cerca de 12 m de diâmetro, pairou sobre os barcos e sumiu vagarosamente em direção ao horizonte. Até hoje não se sabe o que teria sido que avistaram nem qual a função do objeto que ficava junto à água do local.

 

Avistamentos

Os OSNIs já foram avistados, até o momento, em países tão díspares como Porto Rico, Japão, Rússia, Estados Unidos e Escandinávia. Tem como principal característica a proximidade com locais junto à água ou, em alguns casos, mergulham e suportam pressões que qualquer outro submarino não poderia suportar.

 

Também são colocadas como características dos avistamentos desse fenômeno a capacidade de realizar manobras em alta velocidade e com movimentos não explicáveis ou reproduzíveis para objetos em ambientes aquáticos. Há aqueles que acreditam que os OSNIs não são naves extraterrestres, mas sim de civilizações que morariam no interior de nosso planeta.

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